terça-feira, 4 de setembro de 2012

Alexander von Humboldt


Alexander von Humboldt
(Berlín, 1769-id., 1859) Naturalista y explorador alemán. Recibió una excelente educación en el castillo de Tegel y se formó intelectualmente en Berlín, Frankfurt del Oder y en la Universidad de Gotinga. Apasionado por la botánica, la geología y la mineralogía, tras estudiar en la Escuela de Minas de Freiberg y trabajar en un departamento minero del gobierno prusiano, en 1799 recibió permiso para embarcarse rumbo a las colonias españolas de América del Sur y Centroamérica.

Alexander von Humboldt
Acompañado por el botánico francés Aimé Bonpland, con quien ya había realizado un viaje a España, recorrió casi diez mil kilómetros en tres grandes etapas continentales. Las dos primeras en Sudamérica, desde Caracas hasta las fuentes del Orinoco y desde Bogotá a Quito por la región andina, y la tercera por las colonias españolas en México.
Como resultado de su esfuerzo, logró acopiar cantidades ingentes de datos sobre el clima, la flora y la fauna de la zona, así como determinar longitudes y latitudes, medidas del campo magnético terrestre y unas completas estadísticas de las condiciones sociales y económicas que se daban en las colonias mexicanas de España. Entre 1804 y 1827 se estableció en París, donde se dedicó a la recopilación, ordenación y publicación del material recogido en su expedición, contenido todo él en treinta volúmenes que llevan por título Viaje a las regiones equinocciales del Nuevo Continente.
De entre los hallazgos científicos derivados de sus expediciones cabe citar el estudio de la corriente oceánica de la costa oeste de Sudamérica que durante mucho tiempo llevó su nombre, un novedoso sistema de representación climatológica en forma de isobaras e isotermas, los estudios comparativos entre condiciones climáticas y ecológicas y, sobre todo, sus conclusiones sobre el vulcanismo y su relación con la evolución de la corteza terrestre.
En 1827 regresó a Berlín, donde desempeñó un destacado papel en la recuperación de la comunidad académica y científica alemana, maltratada tras décadas de conflicto bélico. Fue nombrado chambelán del rey y se convirtió en uno de sus principales consejeros, por lo que realizó numerosas misiones diplomáticas. En 1829, por encargo del zar, efectuó un viaje por la Rusia asiática, en el curso del cual visitó Dzhungaria y el Altai.
Durante los últimos veinticinco años de su vida, se concentró principalmente en la redacción de Cosmos, monumental visión global de la estructura del universo, de la que en vida vio publicados cuatro volúmenes. Humboldt está considerado como uno de los últimos grandes ilustrados, con una vasta cultura enciclopédica, cuya obra abarcaba campos tan dispares como los de las ciencias naturales, la geografía, la geología y la física.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Acesso e permanência na educação básica


                           Conforme o 2º (segundo) artigo da lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996,  a educação é dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
                          De que forma o Estado e a família têm contribuído ou pode contribuir a para o acesso e permanência de discentes na educação básica?
                          Sabemos que o ensino é um passa porte para a atividade cidadã, meio de se chegar ao pleno gozo de direitos e deveres, sócias, garantidos pela nossa Carta Magna de 1988.
                           Cabe realçar o papel da instituição familiar nos primeiros passos de cada brasileiro visto que ela é o primeiro “espelho” da ética e moral tida pelos educando e recebe dela sua primeira impressão de vivência social, preparando – o para a vida escolar. Deve – se pensar e zelar também pela preservação de sua integridade de forma a evitar que o mesmo exerça atividade laboral antes do período fixado em lei.
                            O Estado é responsável pela garantia do acesso à escola básica juntamente com a família, essas duas instituições zelam pela permanência do mesmo dentro da rede regular de ensino. Há diversas adversidades, contrates sociais e miséria que favorecem a evasão escolar a exemplo da necessidade que crianças e adolescentes têm de ajudarem no sustendo da casa. Há casos delicados visto que em algumas culturas o trabalho faz parte da formação dessas crianças ou mesmo é encarado como forma de entretenimento, a exemplo: juntar lenha para o fogão, apartar o gado,..., e tirar leite.
                          Há políticas públicas voltadas para que a família possa contribuir para a não evasão escolar como programas a exemplo do Bolsa Escola do Governo Federal que tem a missão de “Promover a educação das crianças de familiares de baixa renda assegurando sua permanência na escola, por meio de incentivo financeiro, contribuindo para a melhoria das condições de vida no pais. Estimular a criação de uma cultura escolar positiva entre as  camadas sócias menos favorecidas e recuperar a dignidade e auto-estima da população excluída com a esperança de garantir um futuro melhor para sues filhos por meio da educação”.
                             Temos ainda projetos como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) que “articula um conjunto de ações à retirada de crianças e adolescentes de até 16 anos das práticas de trabalho infantil, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos”. Programa de grande valia, porém precisa do apoio da família no entendimento do objetivo do mesmo e de sua importância em atingir índices desejáveis de acordo com as expectativas da ONU, contribuindo assim para melhoria do nosso Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, onde atualmente ocupamos o 73º lugar   no ranking mundial , estando dentro da zona de paises considerados com nível de desenvolvimento humano alto com nota 0,699.
                              A lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre os direitos da criança e do adolescente, em caráter complementar a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 53, reafirma o direito à educação a criança e ao adolescente com igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer a instâncias escolares superiores; direito de organizar e participar em atividades estudantis; acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência.
                               Pelo que expomos acima podemos perceber a importância da interação entre Estado e família com escopo de garantir o acesso e permanência de alunos na educação básica de nosso país, demonstrando que ambas caminham lado a lado nesse processo de ascensão aos níveis intelectuais conforme a capacidade de cada um contribuindo assim para a garantia e respeito às diversidades que formam essa nação de misturas culturais, raciais, religiosas e que mesmo assim conseguimos manter a paz e a garantia dos direitos humanos.  
                              
                             




Referências:

Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996.
Constituição Federal de 1988

domingo, 19 de agosto de 2012

Política e Organização da Educação Básica


ATD 01 Política e Organização da Educação Básica




Conforme pesquisa Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, enumeramos as seguintes políticas públicas educacionais a nível nacional e citamos ainda algumas aplicadas no municipal de Sebastião Laranjeiras/BA.

  • Art.. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
    I- igualdade de condições para acesso e permanência na escola;
    II- liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
    III- pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
    IV- respeito à liberdade e apreço à tolerância;
    V- coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
    VI- gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
    VII- valorização do profissional da educação escolar;
    VIII- gestão democrática do ensino público, na forma desta lei e da legislação dos sistemas de ensino;
    IX- garantia de padrão de qualidade;
    X- valorização da experiência extra-escolar;
    XI – vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
  • Art.. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
    I- ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;
    II- universalização do ensino médio gratuito;
    III- atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino;
    IV – atendimento gratuito em creches e pré-escolas às crianças de zero a seis anos de idade;
    V- acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;
    VI- oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando;
    VII- oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidade, garantindo-se aos que forem trabalhador as condições de acesso e permanência na escolar;
    VIII- atendimento ao educando, no ensino fundamental público, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;
    IX- padrões mínimos de qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade mínima, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem;
    X- vaga na escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental mais próxima de sua residência a toda criança a partir do dia em que completar 4 (quatro) anos de idade.
  • Art.. 11º Os Municípios incumbir-se-ão:
    I- organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados;
    II- exercer ação redistributiva em relação às suas escolas;
    III- baixar normas complementares para o seu sistema de ensino;
    IV- autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
    V- oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade , o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.
    VI- assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.
    Da Educação Infantil
  • Art 29º A educação infantil , primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

Do Ensino Fundamental
  • Art 32º O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão.
    Do Ensino Médio
  • Art 35 º O ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos.
Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio

  • Art 36-A. Sem prejuízo, o ensino médio, atendida a formação geral do educando, poderá prepara-lo para o exercício de profissões técnicas.

Da Educação de Jovens e Adultos

  • Art. 37 – A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.





Geomorfologia: Caminhos e Perspectivas


Geomorfologia: Caminhos e Perspectivas
Por Lylian Coltrinari – Departamento de Geografia – USP


O artigo aborda as perspectivas da geomorfologia no futuro, avaliando a situação atual e examinando o passado com uma visão crítica quanto às mudanças ocorridas ao longo dos tempos.
Na segunda metade do século XX, a disciplina geomorfologia, em particular enriqueceu as Ciências da Terra com a reconstrução mais precisa das paisagens do passado, graças a recursos tecnológicos que permitiram, assim, uma avaliação ou reavaliação gráfica considerando fatores descobertos  após conclusões.
A autora reforça as dúvidas existentes diante de tantos recursos tecnológicos, quanto a aplicação dos mesmos, se preocupando também com a correta identificação de conteúdo e meios adequados a cada tipo e nível de pesquisa; enfoca, ainda, a necessidade de conhecer os antigos métodos antes da aplicação dos novos.
Descreve a importância de incorporar às descobertas teóricas e técnicas a formação de futuros geomorfólogos.
Ressalta as mudanças ocorridas na geomorfologia dos trópicos úmidos convidando e  enfatizando a revisão de conceitos geomorfologicos clássicos citando trabalhos de pesquisadores como Gupta ( 1993), Peltier (1950), Büdel (1982) e outros.
Relata um novo olhar técnico de estudiosos internacionais da área descrevendo seus estudos com ajuda de tecnologias desenvolvidas, disponibilizadas pós-guerra 1939 -1945, como a fotointerpretação e fotografias aéreas.
Conclui seu artigo indagando “ Por que não acatar a sugestão e iniciar já  nosso trabalho coletivo no inexplorável deposito das maravilhas geomorfológicas brasileiras?”





Revista Brasileira de Geomorfologia, Volume I, nº 1 (2000) pág. 44 – 47.
http://www.ugb.org.br/final/normal/artigos/RBG_01/Artigo03_RBG_2000.pdf

Características que diferenciam a contribuição de Humboldt e Ritter para a ciência geográfica.


Alexandre Von Humboldt foi um importante homem da ciência na sua época. Observador muito atendo dos factos físicos e biológicos, viajou por quase toda a Europa, México, América Central, Colômbia e Venezuela.
A sua contribuição para a ciência em geral e para a geografia em particular foi de extrema importância: foi o fundador dos métodos de observação de quase todos os sectores da geografia física; generalizou a utilização do barómetro para determinar as altitudes dos cortes geográficos e dos cálculos de altitude média para caracterizar o relevo; traçou o primeiro mapa de isotérmicas e mostrou o contraste entre as costas orientais e as costas ocidentais dos continentes; fundou a geografia botânica baseada na fisionomia das plantas e das suas relações com o solo e o clima;formulou e aplicou os dois princípios essenciais que fizeram da geografia uma ciência original e que mais tarde Emmanuel de Martonne designou por Princípio da Causalidade (ou Interdependência) e Princípio da Geografia Geral (ou Comparada).
A sua principal obra foi “O Cosmos”, onde explanou, por um lado, o elemento quantitativo colhido durante as suas viagens e, por outro, o elemento qualitativo da sua teorização. O elemento quantitativo era extremamente rico pois Humboldt foi muito rigoroso e meticuloso nas suas observações e registos, abrangendo informações relacionadas com a temperatura atmosférica e do solo, pressão, ventos, marés, variações magnéticas, natureza das rochas, fauna e flora, etc.
Karl Ritter, nascido na Alemanha em 1779, foi historiador, filósofo e professor de geografia na Universidade de Berlim. O seu grande mérito foi o de ter compreendido e teorizado correctamente os princípios básicos da geografia queAlexandre Von Humboldt aplicara pouco tempo antes, nomeadamente o Princípio da Causalidade (ou Interdependência) e Princípio da Geografia Geral (ou Comparada).
Na sua primeira obra  (“Europa, Quadro Geográficos, Históricos e Estatísticos”), Ritter atribui, pela primeira vez, um importante papel à geografia humana, combatendo a então chamada “geografia pura” que se recusava a dar um lugar ao Homem. O seu principal objectivo era o de explicar as relações existentes entre o meio físico e a actividade humana. Desta sua pretensão em explicar os factos humanos em função dos fenómenos físicos resultou o seu acentuado determinismo.

ww.knoow.net/ciencterravida/geografia/humboldtalexandrevon.htm

sábado, 28 de julho de 2012

Você odeia política?


VOCÊ ODEIA POLÍTICA?

ENTÃO tire 2 minutinhos e leia isso aqui.

As eleições municipais acontecerão este ano.
Muita gente sequer sabe diferenciar eleições municipais, Estaduais e Federais.
Não me refiro as pessoas humildes que por conta de séculos de investimentos do Estado na ignorância sequer conseguem distinguir quais são seus direitos e quais os seus deveres. Me refiro a grande parte dos cidadãos deste país, incluindo gente de classe privilegiada.
Por sermos uma democracia recente ainda não entendemos o que é ser uma democracia. Há uma confusão muito grande sobre esse assunto.

Tenho feito perguntas com pessoas das mais variadas classes sociais.
Perguntas básicas como por exemplo:
O que é Democracia?
Você saberia sinceramente responder sem olhar no Google?
Como funciona o sistema democrático no Brasil?
Quais são os poderes regentes de nossa Republica?
Qual a função do poder Legislativo, do Executivo e do Judiciário?
Quem são os representantes de cada um deles?

E é incrível como as pessoas se sentem confusas para responder estas questões.
Quando pergunto quem é o presidente do Clube de futebol pelo qual o cidadão torce, ele imediatamente sabe responder. Quando pergunto quem é o Presidente do Senado ou o da Câmara, não tem a menor ideia.

Você saberia sinceramente responder sem consultar um site de pesquisas?

A justificativa em geral é que perdemos a crença nos políticos. De que a política é suja e que só existem corruptos no poder. De que isso não interessa as pessoas porque não tem como mudar a situação e o Brasil esta dominado por esta corja, logo o que cabe a mim é trabalhar e tentar pagar minhas contas.
Mas é a política que define ABSOLUTAMENTE TUDO em sua vida. Desde o preço do combustível do seu carro até o valor das passagens dos transportes públicos. É a política que determinará o quanto de impostos você pagará por TODOS os produtos que consome. São os políticos que criam as leis que teremos de cumprir e estabelecem novos estatutos relacionados a tudo que nos cerca. Nesse caso, como você pode dizer que não se interessa por política?

A forma como esse assunto é VENDIDO pelos meios de comunicação e por muitos líderes, incluindo pessoas públicas que tem forte influência do grande público, afasta do cidadão o interesse pela questão. Esse é um mecanismo que facilita muito a prosperidade do Status quo.

Nas escolas onde os alunos deveriam aprender como funciona o sistema político de nosso país o assunto é um TABU e qualquer um que queira inserir este tema será taxado de chato e inconveniente. Infelizmente em praticamente todos os lugares, inclusive aqui nas REDES SOCIAIS.

Todavia quando precisamos de um hospital público, não temos um bom atendimento. Precisamos pagar escolas particulares se quisermos que nossos filhos sejam bem ensinados, porque os serviços públicos em geral são feitos para não funcionar.
Tudo isso é sabido por todos, mas e o que esta por trás desse grande paradigma?

As propagandas Eleitorais já estão pipocando. Em pouco tempo o amigo do amigo do amigo vai lhe indicar alguém para que você possa oferecer seu voto. Seja um Vereador ou o Prefeito.
Perceba que 99% deles usarão do mesmo discurso: Vou trabalhar pela Educação, pelo Esporte, pela Cultura e pelas crianças.
Perceba que todos são simpáticos e atenciosos.
Mas o que está realmente por trás dos interesses desses homens e mulheres que se lançarão candidatos?
Pergunte ao seu, quem é que esta BANCANDO esta campanha.
Não é barato produzir tanto papel, tanta propaganda, tanto material para espalhar pela cidade o seu nome. Quais são os financiadores dessa iniciativa e o que seu candidato lhe dará em troca, se eleito for.

Sabe-se que a grande maioria dessas pessoas que tentam se eleger estão muito pouco preocupadas em realmente transformar algo. O salário é atraente e ser político oferece uma centena de facilidades. Diversos benefícios que serão pagos por nós. De modo que acrescente a isso os “incentivos” que receberão de empresários, indústrias, Laboratórios, e todo tipo de comerciantes que PAGAM por votos a seu favor nas casas legislativas.

Não adianta votar no seu vizinho porque ele é um vizinho honesto e gente boa.
Não adianta votar no candidato do bairro que promete que vai tampar os buracos da rua e melhorar a segurança.

Para um bom resultado político teremos de ser COERENTES.

Primeiro você precisa entender como funciona o sistema.
Esse ano votaremos para PREFEITO E VEREADOR.
O PREFEITO não conseguirá fazer QUALQUER mudança se não tiver na câmara dos Vereadores um bom número de políticos que estejam interessados em colaborar com ele. De modo que não adianta você votar num PREFEITO que é de um partido que faça OPOSIÇÃO ao Vereador amigo que você escolheu para dar seu voto. Em síntese: Escolha seu Vereador de acordo com as AFINIDADES que o partido dele terá com o PREFEITO que você optou por colocar no Poder.

Estamos acostumados a acreditar que é o PREFEITO ou o GOVERNADOR, ou O PRESIDENTE que decide nosso futuro. Ledo engando, estes Cargos que pertencem ao EXECUTIVO estão sujeitos as determinações dos Vereadores, Deputados Estaduais, Deputados Federais e Senadores – Poder Legislativo.
O Poder Judiciário por sua vez é responsável pela aplicação e manutenção das leis que foram criadas e aprovadas pelos outros 2 poderes.

Se queremos REALMENTE mudar o cenário do nosso país, precisamos entender como FUNCIONA O SISTEMA.
Vão entupir o Facebook e o Twiiter de PROPAGANDAS ELEITORAIS a partir de AGORA.
Tenha a CURIOSIDADE MÍNIMA de pesquisar sobre estes homens e seus partidos.
Tenha o interesse mínimo de entender que o seu VOTO DEVE SER COERENTE.
E assim sendo, vamos mostrar nas URNAS o que desejamos para os próximos 4 anos.
E PROCURE SABER QUEM ESTA BANCANDO A CAMPANHA. DE ONDE VEM O DINHEIRO.
Se quiser dar de lambuja seu voto para oferecer bons salários aos amigos da rua, ao familiar gente boa ou ao líder comunitário, depois tenha PELO MENOS a sensibilidade de FISCALIZAR se o mesmo esta sendo responsável pelo que prometeu.

Sei que muito pouca gente terá tido o interesse de chegar até aqui, mas quem chegou, tenho certeza que entendeu o como é que esse mecanismo funciona.
Isso era matéria nas escolas de antigamente.
Hoje em dia é escondido para que ninguém consiga concatenar suas ideias.

Se achar que vale a pena, passe adiante.